amora: ajudante bicigeoenergético

PH 64: Pontes da Ponte Rasa via Várzea do Carandiru e Baixo Cangaíba

· Pedal Hidrográfico

PH 64: Pontes da Ponte Rasa via Várzea do Carandiru e Baixo Cangaíba

As trinta pontes da Ponte Rasa! Com seus entrelaçamentos de concreto onde o preenchimento e o vazio se revezam de forma distinta em cada ponte. Umas pintadas, algumas cruas e outras correio de pixo. Vizinho do seu Tiquatira, cartão postal esponjoso e famoso, o Riacho da Ponte Rasa deságua após uma confluência à esquerda onde acaba a imponente neo-floresta e onde começa o ecótono onde chocam esculturas calca-argilosos com as ora canalizadas ora meândricas águas.

Vamos para este notório museu a céu aberto a partir do terraço onde começam as elevações do lado de lá do Tamanduateí. Nesta centralidade singular que é o Pari, transladamos para o lado de lá do Tietê como se estivéssemos ainda no século retrasado. Atravessamos pela Várzea do Carandiru pelas margens das encostas de seus morros, garantindo-nos segurança de eventuais enchentes tal como foi em 1929.

Já na base da Ilhota de Guapira, d’onde o mirante vislumbra por todo o vale do Tiquatira, passamos novamente para o lado de cá do Tietê, porém num lampejo hidrofóbico corremos rapidamente para o alto do Morro do Cangaíba, dividindo a neo-floresta para lá e o parque ecológico para cá. Seguimos pelo alto de sua crista até localizarmos um conveniente córrego para nos dar acesso direto para a confluência. Descemos!

A partir daí, não se pedala duas ou três quadras sem antes avistar uma ponte. Uma vez superado essa quantidade de pontes, finalizamos o passeio pegando uma última ponte para nos dar acesso ao trem do Itaquera.

Rota: https://ridewithgps.com/routes/53205838
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Alguns elaboradores: Danilo Lessa Bernardineli

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