PH 42: Carapicuíba duma nascente à foz, vindo do espigão da usp e alto jaguaré

Encontraremos aos pés da torre do relógio na praça da USP, projetada por Rino Levi, arquiteto responsável por icônicas estruturas na cidade, do prestigiado Teatro Cultura Artística, que renasceu das cinzas, e pelo esquecido edifício Guarani, às margens de um Tamanduateí que pouco remete ao que era em décadas atrás.
O relógio localizado na zona oeste da cidade, além das águas do Pinheiros, é o ponto inicial da nossa jornada. Subiremos o espigão da USP, um divisor das águas do Pirajuçara e do Jaguaré. Nos pontos mais altos, passaremos por locais próximos aos afluentes dos córregos Doce, Mil e Dez, Caramazal, Água Podre e Sapé. Depois de subir e acompanhar de perto esses afluentes, será o momento de descer e subir o Jaguaré por meio de seu riacho formador à direita, o Itaim. No alto deste, já no Espigão de Osasco, ultrapassaremos o limite de São Paulo com Osasco, e ao descer o Riacho dos Metalúrgicos e transpor sua foz com o Rio Carapicuíba, passamos para o território político de Carapícuiba.
Já tendo percorrido metade do caminho, transpostamo-nos ao riacho da aldeia, afluente a direita do Carapicuíba, no qual temos contato com a antiga Aldeía Jesuítica de Carapícuiba. Após breve vistoria, passamos a descer o Rio, onde cruzaremos as colossais estruturas viárias do Rodoanel. Seguiremos junto a ele nas imediações, com as águas fazendo um caminho natural tão próximo que seria estranho não suspeitar que a estrutura foi construída seguindo as formações naturais do espaço. Concluiremos na estação Miguel Costa da CPTM, já quase na foz com o Tietê.
Rota: https://ridewithgps.com/routes/51391185
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Alguns elaboradores: Danilo Lessa Bernardineli, micaelrodrigues
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